Visita às Cataratas do Iguaçu

Aproveitando a última semana de férias, apesar de eu nem ter contado sobre tudo que fizemos em na nossa viagem para Orlando em 2014 (ainda!), hoje vou mostrar um pouquinho sobre nossa visita à Foz do Iguaçu.

Passamos cinco dias lá, sendo que pudemos conhecer Puerto Iguazú (na Argentina), Cataratas do Iguaçu (lado argentino e lado brasileiro), complexo Dreamland (Museu de Cera, Maravilhas do Mundo e Vale dos Dinossauros), Itaipú Binacional, Parque das Aves e dar um pulinho no Duty Free.

Em relação às cataratas, visitamos primeiro a parte brasileira e, em outro dia, a argentina. E são dois passeios bem diferentes, difícil de dizer se um dos deles é melhor.

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Esta é a primeira vista que você encontra, logo na entrada do Parque Nacional do Iguaçu, no Brasil. E já é de surpreender pelo tamanho do lugar. Aqui você encontra vários quatis passeando, que são bem bonitinhos, mas nada simpáticos.

Eles não tem vergonha nenhuma de roubar sua sacola e, principalmente, sua comida. Tivemos que tomar bastante cuidado depois, na hora de almoçar, pois eles ficavam de olho o tempo inteiro, chegando a subir em cima da mesa e derrubando nosso refri :/

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O passeio é feito por uma trilha, bem tranquilo de caminhar. Há vários mirantes onde pode-se parar e tirar fotos, mas em todo o percurso é possível ver as cataratas.

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No dia que fomos, não estava quente e o céu estava encoberto, mas isso não tirou a beleza do lugar. Tudo muito preservado e organizado.

Ao final, existe a passarela que dá para o ponto da Garganta do Diabo, mas aí já estava na hora de guardar a câmera pois a “garoa” se intensifica.

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Na verdade, é aconselhado ir com capa de chuva, mas resolvemos ir firmes e fortes com a roupa que estávamos…

…e nos molhamos muito! Mas foi super divertido lá! A sensação de estar naquela imensidão de água é ótima (:

Depois, há uma loja do parque e, um pouco mais adiante, uma praça de alimentação (onde os quatis quase roubaram nosso almoço).

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No lado argentino, o dia em que visitamos estava bem ensolarado e quente, o clima que eu gosto. Mesmo assim, foi mais cansativo. Após comprar os ingressos, fomos aguardar o trem que nos levaria ao início do passeio.

Como estávamos em grupo e o trem, nesta época, passa de meia em meia hora (e tem muuuita gente para embarcar), acabamos nos desencontrando e atrasando os planos. Mas tudo bem, pois a vista compensa (;

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Aqui, o caminho todo é feito por estas pontes em cima da água.

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Demorei um pouco pra me acostumar a andar normalmente nelas, a água se movendo em baixo me deu uma certa tontura no começo xD

Primeiro, fomos até a Garganta do Diabo. Que lugar incrível! É super interessante o fato de não conseguir ver o final da queda, pois há muita “garoazinha” que impede que você veja qualquer coisa muito abaixo.

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Apesar de ser uma estação em que o nível de água não está tão cheio, é muita água! Nunca pensei existir um volume tão grande assim =O

Depois disso, seguimos para trilha do passeio superior, que, como o nome diz, passa pela parte de cima das quedas.

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São vários pontos de parada, com vista para as cataratas.

E, dessa vez, não nos molhamos tanto :P

É realmente bem difícil definir que um lado seja melhor que o outro. A parte brasileira e a parte argentina simplesmente se complementam e, acredito que para conhecer, deve-se visitar os dois.

Alguns outros pontos interessantes de serem destacados:

• No lado brasileiro, ainda existe a trilha do Poço Preto e a trilha das Bananeiras. Nelas, pode-se adentrar a mata e ver a fauna e a flora do parque. Além disso, há também o famoso Macuco Safari, que é um passeio de barco, recomendado, apesar de eu ser muito medrosa pra ir.

• Já no lado argentino, pode-se ir também no passeio inferior, que prometo uma vista “de baixo” das cataratas. Esse vai ficar para a próxima.

O lugar todo realmente surpreende e é justa a escolha para ser uma das maravilhas do mundo. Espero poder voltar qualquer dia (:

Para saber mais: http://www.cataratasdoiguacu.com.br/

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Resenha – O Espadachim de Carvão e as Pontes de Puzur

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O segundo livro da série O Espadachim de Carvão, de Affonso Solano, veio para dar continuidade e firmar a literatura fantástica brasileira.

Neste livro, a linha segue duas histórias distintas, mas que se complementam: a de Adapak, já personagem principal do primeiro livro, e Puzur, um ladrão que é o detentor das lendárias espadas Igi, Sumi e Lukur.

Pra ter uma noção da obra anterior, pode dar uma olhada aqui.

Enquanto Adapak, ainda “escondido”, acaba em uma biblioteca, ele procura saber mais sobre Puzur. Assim, os capítulos intercalados contam uma das aventuras deste ladrão.

Em um de seus serviços, conhece Laudiara e a leva junto na entrega da mercadoria roubada e na busca por uma feiticeira que teria um objeto de extrema utilidade para Puzur.

Nisso, conhecemos bastante sobre a vida dessa dupla, suas origens e a importância que terão para o relato como um todo.

O desenrolar da história segue um ritmo mais acelerado e cheio de novidades, se comparado com a narrativa da linha temporal de Adapak.

Enquanto em um tomamos conhecimento de vários outros lugares e cidades, pois Puzur tem uma forma diferente de viajar entre os locais, em outro ficamos mais “tranquilos”, sem surpresas ou muita ação.

Dessa forma, pode-se conhecer mais sobre Kurgala e a origem de determinados acontecimentos que influenciam a história do personagem principal, que continua sendo Adapak, o Espadachim de Carvão.

Entretanto, essa calmaria é quebrada no final, onde certas cenas te deixam com aquela curiosidade típica de fim de leitura de séries e trilogias. Espero que o próximo livro saia logo!

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No primeiro livro, estava esperando que essa continuação trouxesse mais características sobre as diferentes espécies de seres que vivem em Kurgala. Tá certo que eu sabia que não seria nada tipo J. R. R. Tolkien, mas uma descriçãozinha da origem e mais alguns fatos sobre as diferentes “pessoas” iria ser legal.

Por outro lado, também esperava uma simples continuação do primeiro O Espadachim de Carvão, mas o livro surpreendeu com essas duas linhas temporais, contando uma segunda aventura, com outros personagens, em uma outra época, mas que é diretamente interligada com a história principal.

Isso fez com que se ficasse com mais vontade de conhecer esse mundo criado por Solano.

As ilustrações em cada capítulo continuam, mas senti falta da parte de dentro da capa imitando carvão (;

E vocês, já conheciam e/ou já leram o livro? Também estão ansiosos para o próximo?Assinatura

Links recomendados

Links recomendados

Tchau, agosto!

Esse mês não rendeu tanto assim de links salvos, já que alguns artigos interessantes eu consegui ler na hora, mas vamos lá:

• Harry Potter | J.K. Rowling divulga suas ilustrações da saga – algumas ilustrações que a J.K. Rowling fez no início da saga. Adorei esse Snape!

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• “Ela teria sido uma mãe perfeita para alguém que estivesse realmente doente” – gente, gente, GENTE. Não vão se arrepender de ler essa matéria (ou vão, sei lá). Apenas leiam. 

• Conheça Axel, um alemão que ensina o seu idioma no YouTube – pra quem quer ir pra Alemanha ano que vem, não sabe falar alemão e não tem dinheiro pra fazer curso, esse canal é uma boa ideia (;

Luh Testoni – e mais uma dica de canal, mas que, com certeza, muita gente já conhece. No fundo, não sou muito de acompanhar canais de blogs, pois gosto de ler as postagens mesmo. E às vezes fico com preguicinha de ver vídeos xD Mas, resolvi salvar pois sei que a Luh grava muitas dicas e que vou gostar de ver. E, já que estou de férias… não pode ter espaço pra preguiça!

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Comprinhas na Kilax Japan

Pois férias é tempo de passear e tirar o atraso dos lugares que você sempre quis conhecer, mas nunca teve tempo pra isso.

Sexta feira, então, aproveitamos que a Kilax Japan fica perto da Praça da Ucrânia aqui em Curitiba e recheamos a tarde com compras e com comidinhas, numa das feirinhas gastronômicas mais gostosas da cidade =9

A Kilax é uma loja com produtinhos importados do Japão, no estilo das lojas de hyakuen (tipo de R$1,99). Fomos lá de tarde e, logo em seguida, para a Feirinha da Ucrânia, fazer um lanchinho (e o meu lanchiiinho foi: tacos de carne, croquete de mandioca e queijo e Kurtos Kalacs, bem básico).

Guloseimas à parte, o que compramos:

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Arroz tradicional japonês, nori e esteira para sushi. Vamos nos aventurar e fazer alguns…

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Já de volta às guloseimas… Salgadinho de cebola Ebicen, Koala’s March tradicional e morango e sucos Bonbon. Esses sucos são muito gostosos e vem com pedacinhos de fruta *-*

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Coisinhas para cozinha: mini luvas (pra caber certinho nas minhas mãos…), saca rolha e um abridor de embalagens. Esse abridor conhecemos através de um dos vídeos do Japão Nosso de Cada Dia:

Ainda não testamos, mas já sabemos que funciona (;

Aproveitando o assunto, o JNDCD é um canal que super recomendo, lá dá pra conhecer várias coisas legais do Japão, cultura, lugares, produtos,…

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E não podiam faltar itens de papelaria! ♥

Além dos post its fofinhos, comprei uma fita adesiva com estampa de céu, nuvens e balõezinhos:

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E essa “caneta” com fita adesiva, também decorativa:

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Ela funciona como aqueles corretivos em fita. Tinham alguns outros modelos e também outras estampas como refil, pois dá pra trocar quando acabar.

Ao todo, gastamos R$123,50, sendo que os itens mais caros foram R$11,90 (luva e o abridor de embalagens) e o mais barato foi o salgadinho (de R$3,90). A média de preços dos produtos é sempre nessa faixa.

Apesar de achar que o lugar era maior, valeu bastante termos ido (:

E pra quem quiser conhecer, a Kilax fica na Desembargador Otávio do Amaral, 692 – Bigorrilho, em Curitiba. Tem outras duas unidades também no Paraná, em Londrina e Maringá.

Espero que tenham gostado e boa semana para todos! Assinatura

Domingo de chuva pra conhecer Anathema

Anathema press session © Scarlet Page

Pra terminar o fim de semana tranquilo, hoje venho apresentar uma banda que é uma das minhas favoritas.

De origem inglesa, de Liverpool, Anathema surgiu tocando doom metal. Após alguns anos, o vocalista principal, Darren White, saiu da banda, fazendo com que o guitarrista Vincent Cavanagh assumisse os vocais.

Desde então, a banda sofreu uma grande mudança, arriscando um som menos pesado e mais melancólico.

Os escutei pela primeira vez por indicação do Grooveshark ou do Last.fm, já nem lembro mais (pois faz um tempinho…) e foi amor à primeira vista ♥

Essa música já me deixava com os olhos ~suados~ agora que vi o clipe…

Acho o som deles muito bem construído, muito bem feito… algo que você escuta e toca ao coração.

Conseguimos achar o blu-ray deste show na Galeria do Rock, quando fomos para São Paulo. E olha, é beeem difícil achar algo deles.

E claro que, se é algo que tem relação com ela, eu vou sim falar da Anneke *-*

A banda já teve diversas participações em seus álbuns, entre elas, Anneke van Gierbergen. Da mesma forma, ela e Danny Cavanagh já fizeram um projeto juntos, chegando a se apresentar aqui no Brasil também.

*Torcendo para que voltem!*

Atualmente, a formação é a seguinte:

Vincent Cavanagh – vocais, guitarra
Daniel Cavanagh – guitarra
James Cavanagh – baixo
John Douglas – bateria
Daniel Cardoso – teclado
Lee Douglas – vocais

Gostaram? Alguém já conhecia?

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