Dica de aplicativo: Werble

Eis que encontrei um post patrocinado no Instagram e fui conhecer esse aplicativo.

Até que fazia tempo que não baixava nenhum novo, então resolvi experimentar.

O Werble coloca efeitos animados nas fotos, sem abaixar tanto a qualidade (pelo menos, aparentemente, vendo pela tela do celular e tal…). Entretanto, ele tem algumas configurações que melhoram a resolução.

Ele é bem simples de ser utilizado. Quer ver?

Na tela inicial, já tem um feed pra se inspirar. Pressionando o “W” você já pode escolher sua foto, tanto pela galeria ou tirando uma na hora.

Depois de escolher, você vai para a parte em que decide qual animação utilizar. Já existe um pacote inicial, mas você pode fazer download de mais, tanto gratuitos quanto pagos. E tem muuuitas opções! Na dúvida, dá pra apertar o desenho com os dados, que ele coloca um efeito aleatório, dentre os já baixados.

Depois de aplicar, dá pra mover, redimensionar e ajustar do jeito que preferir.

Finalizado, dá pra compartilhar ou salvar no rolo da câmera, escolhendo entre vídeo ou gif.

Resultado:

O maior e mais significativo ponto negativo: US$3,99 pra tirar a marca d’água ): Achei bem caro, comparativamente com os demais aplicativos do gênero. Por enquanto, vai ficar com a marca, mesmo.

Ademais, o Werble traz uma variedade grande de animações, podendo colocar em tudo quanto é tipo de foto. Apesar de pesado (103 MB), o uso dele e das funções não o deixa lento, então, dá pra usar tranquilamente sem se irritar (:

Por enquanto, só está disponível para iOS, mas no site dá pra deixar seu endereço para que seja possível receber e-mail avisando quando sair pro Android.

Alguém já conhecia? Gostam do aplicativo? 

Ausência

Foi um longo período de ausência por aqui.

Em partes, pois estava com preguiça de escrever, ou não tinha ideias, ou quando tinha, achava que que precisava de fotos para acompanhar o assunto e aí a preguiça era de tirar as fotos.

Também estou dividindo meu tempo com artigos quinzenais no portal Sala de Aula Criminal (recomendo!).

Além disso, uma outra ausência influencia na minha.

Meu pai faleceu há cerca de um mês e meio, e ainda me parece muito recente.

As rápidas conversas, as perguntas sobre computador, as vezes em que ele questionava se podia pegar emprestado meu carro, a informação de quem havia ganhado a Fórmula 1… e a foto da Lili, aquela foto da Lili que eu, quase de última hora, lembrei de levar na mochila para que ele pudesse vê-la, pois estava na UTI há um dia e dizia que estava com saudades.

E talvez até ele pudesse imaginar que seria a última vez em que a veria. E a última em que veria a mim também.

Mas não há do que se reclamar. Depois de tudo isso, o que me resta é agradecer.

Agradecer por ter passado tanto tempo ao meu lado, por brigar e me encher o saco, por me dar tantas caronas e me deixar, às vezes, colocar um CD meu pra escutar enquanto viajávamos, por não bancar minha formatura e deixar eu me virar pra conseguir pagar sempre em dia, por se animar a ir almoçar no Bar do Alemão, pela picanha nos meus aniversários, por ser meu cúmplice quando eu queria um cachorro,… enfim, são muitas coisas e, por menores que sejam, sempre terão um espaço especial na minha memória.

Agradecer a tanta gente que apareceu naqueles dias. A todas as mensagens, recados no Facebook, lembrança dos colégios em que ele deu aula, e à presença de cada um, que fez com que eu percebesse que a memória do meu pai vai continuar viva durante um bom tempo ainda.

E agradecer a Deus, por, de alguma forma, me fazer saber que meu pai estava satisfeito com sua vida. E feliz (mesmo que não passasse um dia sem reclamar de algo :D)

Pois essa é a forma mais tranquila de se despedir.

E os momentos alegres sempre vão ficar.

Olhando pra trás pra ver o que eu estava fazendo, enquanto ele caminhava assobiando, numa das últimas vezes em que o convenci a sair de casa e passear no condomínio (:

Tudo o que eu escrevi parece pouco comparado com a vontade de falar e relembrar.

Mas acho que uma boa forma de finalizar é com algumas fotos de flores, que eram um dos tipos de fotografia de que ele mais gostava. E essas eu tirei enquanto saímos para fotografar juntos, uma última vez.

 

 

 

 

 

Resenha “A arma escarlate”

Faz algum tempo que tomei conhecimento sobre esta obra, e, depois de saber um pouco sobre a história, já percebi que iria querer ler.

Entretanto, estava num período de jejum de compras :D ainda estou, na verdade, desde que me toquei da quantidade de livros que eu tenho e ainda não li…

Enfim… No final do ano passado, a Renata Ventura estava fazendo uma ação de venda de “A arma escarlate” e “A comissão chapeleira”, suas obras, em que o lucro seria entregue à UNICEF. Achei uma boa oportunidade para quebrar meu jejum (;

Assim que comecei a ler, já me encantei por se tratar do universo bruxo. E não, não é uma tentativa de “copiar” Harry Potter, justamente pelo fato de ele ser narrado no mesmo universo, mas no Brasil!

“Em uma entrevista com J.K. Rowling (…), um fã norte-americano lhe perguntou se ela algum dia escreveria um livro sobre uma escola de bruxaria nos Estados Unidos. Ela respondeu que não, ‘…mas fique à vontade para escrever o seu.’

Sentindo-me autorizada pela própria Sra. Rowling, resolvi aceitar o desafio: Como seria uma escola de bruxaria no Brasil? Especificamente para este primeiro livro, como seria uma escola de bruxaria no Rio de Janeiro? Certamente não tão completa, nem tão perfeita, quanto uma escola britânica. Talvez ocorressem algumas falcatruas aqui, outras maracutaias ali… certamente trabalhariam nela alguns professores geniais, porém mal pagos.”

(Nota da autora)

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E com essa premissa, conhecemos Idá, ou melhor, Hugo Escarlate, um menino carioca que mora no morro. Vem de família pobre, seu pai o abandonou e mora com a mãe e a avó em um contêiner, moradia supostamente temporária, prometida pela prefeitura.

A princípio, um personagem comum, mas com uma (grande) diferença. Ao contrário de muitos que continuam esperando, Hugo recebeu a carta. Aquela que mudaria sua vida para sempre.

Assim, descobrimos junto com ele como entrar no Corcovado, onde a escola de bruxaria fica. Lá, ele conhece diversos outros alunos e professores, de diferentes estados brasileiros. Alguns se tornam seus amigos; outros, nem tanto.

Distraído com todas as novidades, e, principalmente com a trama entre o Conselho (que tenta controlar tudo de uma forma rigorosa e procura aplicar muitos métodos e disciplinas europeus numa realidade bem diferente da Europa) e os Pixies (grupo de alunos “revolucionários”, que vive a vida escolar de forma a fazer com que os outros repensem suas atitudes e contestem as autoridades, quando necessário), Hugo praticamente se esquece de sua vida na favela.

Mas as férias vieram com tudo para lembrá-lo. Caiçara, agora chefe do tráfico, descobre que ele é bruxo e está estudando em um lugar cheio de gente, de todas as classes. Assim, aproveita-se disso para fazer com que Idá revenda cocaína para seus colegas, sob ameaça de matar sua família.

Com certeza, disso não sairiam coisas boas. Com o tempo, alunos começam a faltar aulas, roubar, apresentando todo tipo de comportamento típico de dependentes. Hugo se vê num dilema que causa tanto medo quanto culpa. Mas, de alguma forma, ele vai ter que se virar e agir para recuperar o estrago que ele próprio desencadeou.

E a arma escarlate? Bom, a arma é sua varinha, totalmente única, pois foi fabricada por azêmolas (trouxas, muggles, no-majs…), uma raridade. Dá pra imaginar que coisas surpreendentes sairão dela, se seu dono souber dominar suas emoções também…

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A história é muito bem construída. Achei também bastante realista. Hugo não é uma pessoa “perfeitinha”, mas um menino de treze anos que já passou por mais situações do que imaginaríamos, fazendo com que ele se tornasse egoísta, ambicioso, com uma vontade única de aprender e com uma dificuldade considerável de confiar nos outros.

Entretanto, a transformação é nítida e a convivência com pessoas diferentes, em um ambiente quase contrário ao que ele está acostumado, fazem com que seu crescimento seja positivo e uma nova pessoa acabe surgindo.

Com a ajuda dos Pixies (Viny, Caimana, Índio e Capí), que o “adotaram”, ele começa a perceber o valor da amizade, mesmo que ainda custe para que ele sinta-se à vontade de ser quem realmente é. E, falando nos Pixies, que grupo apaixonante! Cada um com um jeito, eles formam aquilo que todos gostaríamos de ser (pelo menos, eu): com visão crítica, mas descomplicada da vida, contestadores, cientes da importância do estudo,… e o Capí, principalmente, com sua forma particular de tratar os animais (Capí ♥).

Em contrapartida, Gislene, a única pessoa que Hugo já conhecia, pois também mora no morro, é extremamente chata. Mentira. Ele quem pensa assim, mas ela é uma das minhas preferidas no livro. Bastante equilibrada e realista para o mundo em que vive (sem deixar de ser sonhadora), é ela e Capí quem sempre puxam Hugo de volta ao chão, à razão.

Toda a trama mantém a atenção e faz com que seja fácil se envolver com os que estão descritos ali, além de deixar com vontade de ler mais e mais.

Por sorte, já existe a continuação, “A comissão chapeleira”, pra não deixar com tanta saudade desse mundo de bruxos, elfos, mulas-sem-cabeça, magia e amizade.

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Inspiração pra quem é louc@ por papelaria

Depois que eu, finalmente, consegui encomendar a minha bancada para o escritório, fico pensando na decoração dela. E, nada melhor que virar a louca da papelaria. Comprei algumas coisinhas aqui e outras ali, e ainda tem mais coisa que quero colocar.

Como estou com essas ideias na cabeça, tenho visto muitas contas no Instagram que são relacionadas às coisinhas de papelaria e estudo.

Separei algumas pra pra se inspirar (e sonhar com tanta coisa legal!)

 @lmaostudying

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É tanto capricho que dá vontade de estar no colégio de novo ♥

@lovecynthia

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O feed dela puxa para os tons rosados e tem muitas ilustrações fofas também!

@studyng

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É muita cor, caneta colorida, resumos, lettering, socorro! Dá pra ficar horas vendo as fotos.

@studywithinspo

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Nesse, viajei nas canetas. Tem muitas marcas, cores e estilos. QUERO.

@studywithmaggie

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Em quase todos encontrei referências dos materiais utilizados, mas esse da Maggie tem várias descrições.

@milkteastudies

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Pra se inspirar a colorir a agenda e os planners *-*

@studylustre

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Esse me chamou a atenção por sempre seguir um padrão de cores (tá, praticamente todos eles seguem…), com o preto contrastando. Um dia vou ter fotos assim! *-*

Não dá vontade de sair rabiscando? Comprando um monte de coisa e decorar qualquer folha que vier pela frente?

Pega um lápis e um papel e é só começar (; Assinatura

Ca’dore: uma opinião sincera

Dia 12/01, finalmente, teve a inauguração da Ca’dore – Gastronomia Descomplicada.

O condomínio em que eu moro fica – literalmente – na frente, então pude acompanhar o desenvolvimento do espaço desde o início.

Fazia muito tempo que o lugar estava parado. Tanto que, quando eu era criança, era conhecida como a fábrica mal assombrada. Antigamente, se produzia cerâmica, mas não lembro de ter visto movimentação desse tipo em nenhum momento da minha vida.

Nos últimos anos, ouvi de tudo: iam usar o terreno para fazer um shopping, não, um condomínio. Não, um aterro sanitário. Sério. Ouvi de tudo mesmo, já que é um local grande, com um potencial enorme.

Até que um dia, fiquei sabendo o que seria de fato: um polo gastronômico diferente: com diversos contêineres de lanches, drinks, cafés, doces,… Imagina a minha felicidade! haha

Talvez também pela ansiedade, demorou um tempo considerável para inaugurar, ainda mais por, cada vez, tomar conhecimento de mais um remanejamento de data de abertura.

Assim, logo que abriu, no começo desse ano, fomos conhecer.

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Primeiras impressões: não está 100% pronto. O lugar não comporta tanta gente e, definitivamente, não estavam preparados para a demanda encontrada. Na realidade, acho que ninguém esperava que estivesse tão “populoso”.

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As ruas aqui por perto sempre foram super tranquilas, bem de bairro, mesmo. Foram. Passado.

Entretanto, ainda não tive nenhum incômodo em relação a barulho ou trânsito estressante (visto que mais ando de ônibus do que de carro). Por mais que a avenida principal tenha aumentado significativamente o fluxo, não considero tanto assim, por até ser um trecho pequeno.

Pois bem. Meu marido e eu fomos no primeiro dia para conhecer. Estava bem lotado, com filas em todos os contêineres, energia caindo mais que o previsto,… Fomos para casa depois de uma meia hora.

Mesmo assim, já deu pra perceber a dedicação disposta para o empreendimento. Ficou muito lindo, e preservaram uma árvore que fica localizada bem no meio do espaço. Fizeram até um deck com mesas ao redor dela (:

No dia seguinte, fui com minha mãe. A grande vantagem de morar perto é poder levar pra casa e evitar o incômodo da busca por lugar pra sentar. Assim, pegamos batatas suíças, no Batatudinha.

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Não lembro exatamente quanto foi, mas estava tão gostosa e me alimentou tão bem, que dá pra dizer que valeu a pena, independente do valor.

Levamos também alguns docinhos, da Trufas da Xuxu. São doces autorais e, apesar do preço mais alto que o comum (R$3,50 o pequeno – quatro por R$12), tem que experimentar! O brigadeiro de café é o melhor que eu já comi!

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Num outro dia, comprei o de churros também. Uma delícia!

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Seguindo, no sábado (terceiro dia aberto, terceira vez que fui), “almoçamos” lá. Entre aspas mesmo, já que eu trabalho até 13h, nosso almoço foi lá por 15h30. Pegamos um combo de pizza, refri e mini churros na Tortelli. Que eu me lembre, foi R$19,90, ou algo em torno disso.

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A massa da pizza é daquelas fininhas e estava bem gostosa. É uma refeição completa por um preço justo. Acho que vale comentar que não conseguimos comer tudo e alguns churrinhos trouxemos para casa e colocamos na geladeira. De noite, achei que ia estar meio esquisito, porque né… fritura, na geladeira, não deve ser lá essas coisas… mas ainda estava gostoso!

Como já disse, é bem na frente de casa, então, não paramos por aí.

Na outra semana, voltamos. Optamos pelos hambúrgueres da Guiolla, que já é famosa em Curitiba.

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Pelo cardápio, você encontra sanduíches entre R$18 e R$40, mais ou menos. Acho que todos acompanham batatas fritas. Não estava querendo gastar muito, então peguei o Kids xD o tamanho do hambúrguer era menor, e foi só isso que reparei que se enquadraria numa categoria “Kids”. É muuuito gostoso e fiquei bem satisfeita. É um dos que mais tem fila, então, pode demorar consideravelmente, dependendo do dia e da hora.

Depois, fui com algumas amigas. Peguei um copo de coxinhas. As coxinhas mais lindinhas que já vi!

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Esse é da Coxinha Lovers. Tem mais tamanhos e outros salgadinhos e recheios. Como pode-se imaginar, elas não são tão bem recheadas, pois são pequenininhas, mesmo! Mas a massa é bem gostosa e não pesa. Não dá pra perder. Esse copo paguei R$10.

Pra acompanhar, pedi uma soda italiana na Vaca Chèrie, de R$8.

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Tá acabando! Depois disso tudo, fomos só mais uma vez, pra jantar. Chegamos bem tarde, lá por 22h, achando que já estaria mais calmo. “Ainda não”, diria minha personagem no Diablo.

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Meu marido pegou comida coreana, no K-Bap. Tem um tempero bem gostoso, caseirinho. Achamos meio caro, mas é uma proposta legal, ser servida num copo. E a estampa é uma gracinha!

Eu fui pro tradicional pastel, que acabei comendo em casa, pois não tinha lugar para sentar.

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Peguei um salgado, um doce e um refri, na Pastelaria Curitiba. Acho que deu cerca de R$20, não tenho certeza. Os pastéis são grandinhos e bem gostosos.

Por enquanto, acabou. Mas ainda tem vários contêineres que quero conhecer.

Ainda tem o que melhorar e sei que é bem cedo pra definir uma opinião para o local como um todo.

Pontos negativos:

• Pouco lugar para sentar, também devido ao tamanho das mesas. São mesas grandes, para – teoricamente – 4 pessoas, mas cabem umas 6. Um casal ocuparia uma mesa inteira, ficando o espaço mal aproveitado, fazendo também com que não seja (ainda) um lugar gostoso para sentar e passar o tempo com os amigos. Se você consegue uma mesa, assim que termina de comer, já começa a se sentir mal por estar ocupando lugar.

• Decoração com espelhos d’água: são lindos, e me dá muita dó de dizer que não estão em lugares estratégicos e que seria melhor tira-los de onde estão. Atrapalha a circulação, ocupa lugar e, às vezes, faz você dar uma volta pra buscar um pedido que está no contêiner à sua frente.

• Horário de funcionamento: não notei mais nas últimas vezes que fui, mas nos primeiros dias, encontramos restaurantes fechados, no fim de semana, bem na hora do almoço. Espero que sigam um horário comum.

• Reposição: reparamos que alguns produtos acabavam meio cedo demais ou demoravam para ser repostos. Isso é algo ruim, ainda mais pra início, já que é para se conhecer as opções. Pela estrutura, não vimos uma estratégia para que os donos dos restaurantes possam fazer isso de uma forma rápida e eficiente. O contêiner é pequeno, a gente percebe que não cabe um estoque suficiente ali, mas também não há uma forma fácil para que eles possam suprir o que falta.

• Acessibilidade: não posso dizer que tenha reparado em cada detalhe em relação a isso, mas fiquei imaginando cadeirantes passeando por lá. Não parece ter um bom preparo para pessoas que precisam de uma estrutura física diferenciada.

Pontos positivos:

• Não ando nem uma quadra para chegar ao portão de entrada da Ca’dore (;

• Sou bairrista, então, vou amar o lugar de qualquer jeito!

• Bastante variedade, com um mix melhor que de alguns shoppings: hambúrguer, cachorro quente, pizza e comida italiana tem que ter. Mas tem também comida coreana, doces autorais (com os mais variados sabores), coxinhas inhas inhas, bubble waffle, muitas opções de cervejas artesanais, drinks especiais pra você sair desfilando com uma taça na mão,…

• Atendimento: todas as pessoas com quem interagimos nos contêineres foram educadas e simpáticas. Isso conta muitos pontos!

• Cachorro: pode levar, sim!

• Ambiente: é bem bonito e aconchegante, ao ar livre ou nas praças cobertas. Acho que quando der uma acalmada no movimento, fique mais aconchegante ainda.

• Local e localização: ainda tem bastante terreno livre, ao redor. Acredito que possa crescer mais, tendo outras opções de lazer. O Bacacheri (bairro daqui de Curitiba) está crescendo, então o investimento aqui é garantido.

Vi tantas críticas negativas, assim como positivas, que quis mostrar minha experiência (até agora) com a Ca’dore. Não tirei fotos “bonitas”, pois nem dava, pela quantidade de gente. Achei que, com fotos de celular mesmo, na hora, seria uma maneira mais sincera de mostrar como as coisas realmente são. Os preços são os que eu me lembro de cabeça, então não posso afirmar que estejam exatamente corretos.

Tudo o que eu descrevi são minhas impressões e sentimentos reais para com o empreendimento, sendo que desejo muito sucesso para todos, inclusive para mim, como uma consumidora fiel em potencial (;

A Ca´dore fica na Av. José Gulin, 105. Horário de funcionamento:

Terça à sexta-feira | 17h – 23h
Sábados e feriados | 13h – 23h
Domingos | 13h – 22h

*Dica: se você não se importar, vá de ônibus. Existem várias linhas que passam perto e não precisa se preocupar em onde estacionar (;

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