Passadinha na Legoland – Alemanha

Nas nossas férias desse ano, meu marido e eu viajamos para a Alemanha. Ficamos principalmente em Berlin (♥), mas deu tempo também de passar um dia em Nürnberg e em uma cidade chamada Günzburg, que é onde fica a o parque Legoland.

Gostamos de passeios assim e, já que estávamos no país, gostamos de Lego… why not?

Fizemos a viagem até a cidade através dos ônibus da Flixbus. Recomendo bastante, já que oferece um preço bom, ônibus confortáveis e trajetos por vários lugares da Europa. Entretanto, os assentos não são escolhidos antecipadamente, você senta onde tiver lugar. Por sorte, tanto na ida quanto na volta, conseguimos ficar juntos.

Ao chegar, a primeira impressão que tivemos foi que, de fato, era um parque direcionado ao público infantil. Acho que éramos praticamente os únicos que não estavam acompanhados por uma criança.

Mas é uma parque temático muito bem ambientado. As atrações lembram exatamente os cenários do Lego e tinham diversas “esculturas” espalhadas feitas com as pecinhas. Muito legal de se ver!

Em relação aos brinquedos, tivemos o azar do dia estar frio e com uma garoa que ia e vinha o tempo todo. Consequentemente, as atrações que mais achamos divertidas são as que envolvem água que, ou estavam fechadas devido ao clima ou não nos chamou a atenção pela quantidade de roupa que estávamos usando.

Outro aspecto negativo é que haviam pouquíssimas informações em inglês e os funcionários passavam os avisos quase sempre em alemão, o que dificultou a escolha do que faríamos lá dentro. Entretanto, só ir atrás e é tranquilo falar em inglês para tirar dúvidas.

Mesmo assim, deu para aproveitar e dar algumas risadas!

Logo perto da entrada, tem a Miniland, que é um pátio enorme que contém diversas cidades todas montadas em Lego. Muito interessante de se ver.

Logo em seguida, há a parte dedicada aos filmes Star Wars. Há várias cenas recriadas e personagens quase em tamanho real.

Esse Darth Maul me assustou =O

Há também a parte dos jogadores famosos. Alguém chuta quem é esse?

Enfim. Tem muita coisa para ver e as lojas tem milhares de artigos relacionados ao mundo da Lego e, claro, as próprias peças podem ser compradas por peso. Acho que estou meio velha (hehe), mas tem diversas versões que não conhecia, como o Lego Friends, que é mais bonitinha (digamos assim…) e com cenários mais fofinhos e a Lego Ninjago, que parecia estar bem na moda xD

Já na saída, apesar do atraso grotesco da volta (por algum empecilho na estrada, ficamos esperando por quase duas horas. Sério. Quase duas horas, sem falar alemão, sem internet, numa cidade totalmente desconhecida…), o ponto positivo foi que a parada do Flixbus é no estacionamento da Legoland, então o deslocamento foi tranquilo.

Se for pra ir, dicas de onde não esquecer de passar (baseado no que participamos e vimos, considerando que não fomos em tantos brinquedos assim):

Lego Factory (área Lego City) – não dá pra deixar de ir, pois é justamente uma demonstração de como os blocos são feitos. A pessoa responsável passa algumas informações (primeiro, em alemão e depois, em inglês) e já entrega uma pecinha de Lego personalizada da atração, como souvenir e, então, há um vídeo de introdução. Ao terminar, você passa para uma outra sala onde exatamente um modelo daquela peça que você ganhou está sendo fabricada (;

 City Police Station Maze (área Imagination) – é um labirinto fechado, não muito iluminado e cheio de espelhos. Muito divertido, demos muitas risadas lá! Também tem uma parte em que você deve passar por feixes de laser, sem encostar!

Gallery of Football Stars (área Imagination) – vários bustos de jogadores famosos, como o Pelé ali em cima. Não é nada de “uau”, mas já que está lá, não dá pra deixar de ver.

Temple X-pedition (área Kingdom of the Pharaohs) – adoramos esses tipos! Você entra em um carrinho imitando um jipe e tem uma arminha de laser. Vai passando pelos diversos cenários e tem que atirar nos alvos, para ganhar pontos. No fim, você pode ver quem ganhou entre seus amigos!

Jungle X-pedition (área Adventure Land) – não fomos nesse por causa do frio, mas estava funcionando. É um carrinho “bote” que passa por um trilho e tem algumas quedas.

Captain Nick’s Splash Battle (área Pirate Land) – esse tava fechado, mas queríamos muito ter ido ):  Há navios com arminhas e, durante o passeio, você deve acertar as outras pessoas com esguichos! Para quem está de fora do brinquedo, também existem arminhas para acertar as que estão no navio.

Lego Ninjago – The Ride (área Lego Ninjago World) – mesmo estilo da Temple X-pedition: você entra num carrinho e, entre os cenários que são todos em 3D, você deve usar de suas habilidades ninja para acertar objetos. Utiliza da tecnologia do Kinect, então seus braços ficarão bem cansados no fim!

Atlantis (área Lego Xtreme) – é um aquário com animais de verdade, não de Lego (; há vários peixes, tubarõezinhos,… entre eles, aí sim, tem algumas esculturas feitas em Lego.

Miniland + Lego Star Wars – obviamente, esse não dá pra perder. É tranquilo, já que fica exposto, não tem fila para entrar nem nada. Mas reserve um bom tempinho para ver todos os detalhes.

Já conheciam esse parque? Gostariam de ir? 

Resenha ~ Contos Peculiares

O livro “Contos Peculiares”, de Ransom Riggs, é ambientado, como pode-se imaginar, no universo peculiar criado por ele.

Na trilogia (O orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares, Cidade dos Etéreos e Biblioteca de Almas), já vemos alguns contos sendo citados durante a história, sendo que as crianças tomam como base de conhecimento para tomada de decisões determinados trechos.

Justamente por isso, é tão interessante ler “Contos Peculiares”, pois adentramos o universo como se fizéssemos parte dele. Mas, obviamente, este não é o mesmo livro utilizado pelas crianças. O “organizador” é ninguém menos que Millard Nullings, um dos personagens que tem como peculiaridade ser invisível. Além disso, era o que sempre estava estudando e procurando saber a origem das coisas no mundo vivido.

Claro que seria ele quem escreveria a apresentação, auto intitulando como “Fidalgo Escudeiro”.

Ele é composto por dez contos:

Os esplêndidos canibais: quando alguns canibais (que são muito ricos) encontram uma aldeia formada por pessoas com a peculiaridade de regeneração dos membros do corpo, é formada uma “aliança” entre eles, mas o desenvolvimento dessa parceria acaba tomando um rumo não muito esperado e, definitivamente, não saudável.

A princesa da língua bifurcada: neste, uma princesa muito conhecida por sua beleza pode ter o casamento comprometido ao descobrirem que sua língua é bifurcada. Mesmo com tantas qualidades, ela acaba sendo julgada e discriminada apenas pela sua diferença.

A primeira ymbryne: conta a história de como surgiu a primeira ymbryne, como um pássaro que, mesmo sendo de uma espécie conhecida por nunca negar um conflito, não compartilhava dos mesmos costumes que sua família. Assim, ela passa sua vida protegendo os outros e, no percurso, descobre que pode virar mulher e tem a habilidade de controlar o tempo.

A mulher que era amiga de fantasmas: quando pequena, sua irmã gêmea faleceu, mas continuou ao seu lado durante muito tempo. Após, ela acostumou a se relacionar apenas com fantasmas, mas os outros não eram muito amigáveis… pelo menos, não de início.

Cocobolo: um famoso explorador marítimo começa a apresentar comportamentos estranhos e, de repente, desaparece. Seu filho, quando pequeno, tenta procurá-lo, mas com o passar dos anos, percebe o quanto é inútil e até boba tal busca. Assim, empenha-se em ser um bom homem para a sociedade, seguindo o que a normalidade exige. Entretanto, sua verdadeira personalidade começa a aparecer e, talvez, isso traga a descoberta do que, de fato, aconteceu com seu pai.

As pombas (da Catedral) de St. Paul: assim como humanos, também existem animais peculiares. As pombas de St. Paul travaram uma guerra com a população de uma cidade na Inglaterra, pois as construções estavam, cada vez mais, tomando seu espaço.

A menina que domava pesadelos: ela tinha o sonho de se tornar médica, como seu pai. Entretanto, a época não permitia este tipo de estudo para as mulheres. Ao descobrir que podia “manipular” os pesadelos de outras pessoas, percebeu uma habilidade que poderia ajuda-las, de uma forma semelhante ao que seu pai fazia. Muitas gente passou a se “consultar” com ela, mas a “retirada” dos sonhos ruins trouxe outras consequências também.

O gafanhoto: Ollie é um garoto que vive com pai em uma fazenda, que é a prioridade da vida do homem. Consequentemente, não dedica muita de sua atenção ao filho. Essa falta de apego fez com que o menino se transformasse num gafanhoto, ligeiramente desprezado pelo pai.

O garoto que podia controlar o mar: nesse conto conhecemos Fergus, um menino que tem a peculiaridade de controlar as águas. Sua mãe vivia o advertindo para que não revelasse esse segredo aos outros, mas algumas medidas diferenciadas tiveram que ser tomadas.

A história de Cuthbert: Cuthbert é um gigante que se torna amigo dos animais peculiares, salvando-os dos caçadores ao conduzi-los até o alto de uma montanha. Na história, as crianças se deparam com a montanha deste conto e comprovam o triste fim do gigante.

Fisicamente, é um livro muito bonito de se ter, com uma capa interessante e ilustrações em cada conto que são cheias de detalhes.

Além disso, sendo uma obra derivada do universo criado pelo autor, se torna gostoso de ler cada história, não apenas pela moral trazida, mas por poder lembrar e relacionar alguns trechos com passagens da aventura vivida por Jacob, Emma, Millard e as demais crianças peculiares. Sabe aquela sensação de abandono depois que a gente termina uma série de livros que gostamos? Então. Com “Contos Peculiares” dá pra ter um gostinho a mais no final (;

Ransom Riggs | Contos Peculiares no Skoob

Leitura mais que recomendada para quem é fã da série (;

Já conheciam o livro? Sentem falta das aventuras peculiares também? 

Minha coleção de câmeras

A fotografia sempre foi algo pelo qual me interessei. Nunca fiz nada profissionalmente (não que não tenha vontade), mas desde pequena me lembro de ter uma câmera na mão em datas especiais, viagens ou em casa mesmo.

Como tenho dificuldade em me desfazer de certas coisas, resolvi começar uma coleção de câmeras fotográficas, começando com as que eu já tinha. Fora essas, apenas outras duas foram “compradas”, pois a maioria veio chegando a mim de uma forma ou de outra. Hoje, vou mostrar um pouquinho delas (:

Essa foi a minha primeira. Devo ter ganhado quando tinha uns 8 ou 9 anos, mais ou menos. Ela é da marca Sunny (que eu nunca ouvi falar), bem simples e bem “mecânica”, tanto que nem pilha não tinha. Era só encaixar o filme, bater uma foto, girar aquele disco (que tem do lado do adesivo de brigadeiro) pra virar para a próxima pose, bater outra foto, girar,…

No fim, também precisava enrolar o filme todo novamente, tomando muuuito cuidado pra garantir que estava tudo dentro do rolo antes de abrir e mandar revelar.

Nessa imagem, a de trás é a Sunny, que ainda dava pra dar uma choradinha depois que “acabavam” as poses. Tinha vezes que eu comprava um filme com 12, mas ainda conseguia girar e bater uma 13ª foto, ou, pelo menos, metade (só podia ter certeza depois de pegar as fotos, alguns dias depois). Depois dela, tive uma Yashica MG Motor (a do meio), que fazia tudo isso automaticamente e até tinha flash! Não lembro quando a ganhei, mas usei até 2005. A partir disso, meu presente de 15 anos foi a Samsung Digimax 301, minha primeira digital. Ela me rendeu diversas fotos emo!

Cinco anos depois, comprei uma Sony Cyber-Shot DSC-HX1, de superzoom, que foi quando eu comecei a, de fato, me interessar pela fotografia e não apenas por tirar fotos.

Ela acabou ficando com meu pai quando comprei a minha atual. Assim, passamos para a outra “categoria”, que são as câmeras dele, que há alguns meses passaram a fazer parte da minha coleção também.

Aquela primeira é uma Olympus Trip 35, que, pelo que eu vi, foi uma das melhores câmeras compactas lançadas nos anos 60. Temos muitas fotos de viagens, aniversários, zoológicos,… com ela. Mas, pra falar bem a verdade, nem lembrava que ela existia. Tenho na memória que meu pai queria tanto uma Canon que, quando conseguiu comprar, só tinha olhos para ela. E é com essa EOS 5000 que mais lembro dele tirando fotos de tudo. Ela tem funções manuais e eu tenho muita vontade de usar ela qualquer dia (assim que achar onde ainda vende filme… Alguém de Curitiba pode me dar uma dica?).

Em 2014, meu pai comprou a minha Sony, pois ele estava querendo uma mais “moderna” e eu, juntando dinheiro para comprar uma DSLR.

E essas foram as próprias. Agora, vou passar para algumas das adquiridas por conta da coleção.

Que amorzinhos, né?!

A primeira, da esquerda, é uma Unicamatic da Fotobras, fabricada em Curitiba. Foi lançada entre as décadas de 50 e 60. Ganhei de aniversário do meu irmão. Ele também havia me dado, algum tempo antes, a que está na direita, que não faço ideia da marca/modelo, mas o estilo e o material dela é bem semelhante a que está no meio, que eu também não consigo identificar e buscar nada sobre :/

Tenho também uma Pentax Spotmatic F, lançada em 1973, que pertenceu à mãe do meu sobrinho. Acredito que ainda dê pra achar diversos acessórios dela, e, assim como a Canon, também tenho curiosidade em usar.

Já a segunda, Kodak Instamatic X-15, era da minha mãe. Acho ela bem gracinha! Não tem flash embutido, mas existiam flashs descartáveis, em formato cúbico, então cada face tinha uma luz. Você usava uma vez e pronto, já partia para outra.

Tenho essa Tron bv-100, que minha mãe comprou pra mim na feirinha do Largo da Ordem e mais uma Kodak Instamatic 11, presente do meu marido.

Falando em presente de marido, quase esqueço a Polaroid 300. Não considero ela como parte da coleção, pois ainda uso bastante até (tirando o fato de que temos que economizar o filme, né).

E, pra finalizar, a Canon T3i, meu filhotinho, xodó, que só me dá alegrias… em um de seus primeiros cliques:

O que acharam? Quais já conheciam? Se alguém souber mais informações de algumas delas, me contem (;

 

“O mínimo para viver” e a sociedade de extremos

Recentemente, a Netflix lançou o filme “O mínimo para viver” e eu resolvi assistir ontem.

Ele retrata momentos de uma jovem com anorexia nervosa, interpretada por Lily Collins.

Logo ao voltar para casa, sua madrasta a encaminha para um novo tratamento, com um médico bastante famoso, vivido por Keanu Reeves. Isso faz com que Ellen, a personagem principal, fique “internada” numa casa com outras pessoas com distúrbios alimentares, onde passará por terapias e exames periódicos, com o intuito de garantir uma melhora constante.

A princípio, Ellen é resistente e parece ter concordado em ir apenas para não decepcionar, mais uma vez, os outros, em especial, sua irmã, que aparenta ser a única de sua família que procura entender de fato o que está acontecendo com ela.

Assim, é iniciado o tratamento proposto pelo Dr. Beckham, que tem uma visão pouco convencional, mas muito interessante, fazendo com que seus pacientes vejam que as adversidades existem, mas que podemos encontrar valia na vida já nas pequenas coisas.

Lá, é possível também conhecer outros pacientes e perceber que todos estão pelo mesmo objetivo, mas estão em fases diferentes e se comportam de maneiras distintas. Afinal, cada indivíduo possui uma história de vida única, que faz com que não pensem ou ajam de maneira igual.

É uma verdadeira jornada para o autoconhecimento que, para que seja efetiva, não é nada fácil. Ellen, que passa a adotar o nome Eli, precisa não só ver, mas realmente enxergar o que acontece a sua volta e dentro de si mesma. Junto com ela, vemos a interação da família, com um pai ausente (tão ausente que sequer aparece no filme), uma madrasta superprotetora, sua meia irmã, que confessa sentir falta de ter uma irmã de verdade e sua mãe, que não consegue suportar a doença da filha e acaba se afastando (física e psicologicamente) com sua mulher.

Conviver com os outros pacientes também é uma forma de apoio e mútuo entendimento. Há quem coma compulsivamente, quem teve uma recaída tão grave que precisou ser entubada, quem se descobriu grávida e precisa iniciar uma batalha extra não só pela própria vida, mas pela vida que está gerando…

É muito nítido o quanto a situação afeta a todos, de maneiras diferentes. Sendo a família o primeiro sistema de referência de todos nós, não é só Eli que precisa enfrentar seus medos e receios em busca de mudança. E não é só a questão de perder peso por querer emagrecer que está em jogo. É a saúde física e, principalmente, mental que precisa ser recuperada. E isso acontecerá aos poucos e dolorosamente.

Não é um filme leviano. Entretanto, também não procura mostrar a doença de forma pesada e estigmatizada. É possível se ver um pouquinho em cada um dos personagens, fazendo com que seja mais fácil perceber que transtornos alimentares não são tão incomuns e podem acontecer com qualquer um.

Pela primeira vez diretora e roteirista, Marti Noxon (conhecida por produzir Buffy, a Caça-Vampiros), resolveu colocar um pouco de sua vida neste primeiro longa metragem.

“E eu quero que mais pessoas falem sobre como a comida e a imagem corporal afeta homens e mulheres e nos impede de amar o momento em que estamos vivendo”.

Em um mundo em que cada vez mais exalta-se o “ter de mais”, enquanto propõe o “ser de menos”, o filme tenta passar uma ideia do que é viver com uma doença que, quando grave, encaminha-se para uma morte cada vez mais palpável.

Lily Collins, em uma entrevista, comentou que algumas pessoas a elogiaram e questionaram o que estava fazendo para conseguir emagrecer… sendo que estava apenas seguindo uma dieta para poder interpretar uma personagem anoréxica. Não é motivo de elogio e essa magreza não deve ser sinônimo de beleza.

Não existem corpos iguais, então, qual o motivo de buscarmos apenas um ideal de modelo?

Quanto mais perseguimos uma forma única e supostamente “perfeita”, menos temos tempo de nos conhecer. Consequentemente, nunca descobriremos quem somos e o que queremos ser.

Que maneira infeliz de se levar a vida, não?

“O mínimo para viver” traz uma história que pode ser vista como um alerta. Breve, mas que convida a uma reflexão para aqueles que se dispõem a continuar pensando mesmo depois dos créditos terem terminado. Não é uma grande obra prima do cinema, mas com certeza, pode mostrar mais do que é visto nas cenas.

Já tinham assistido? Gostaram?

Dica de aplicativo: Werble

Eis que encontrei um post patrocinado no Instagram e fui conhecer esse aplicativo.

Até que fazia tempo que não baixava nenhum novo, então resolvi experimentar.

O Werble coloca efeitos animados nas fotos, sem abaixar tanto a qualidade (pelo menos, aparentemente, vendo pela tela do celular e tal…). Entretanto, ele tem algumas configurações que melhoram a resolução.

Ele é bem simples de ser utilizado. Quer ver?

Na tela inicial, já tem um feed pra se inspirar. Pressionando o “W” você já pode escolher sua foto, tanto pela galeria ou tirando uma na hora.

Depois de escolher, você vai para a parte em que decide qual animação utilizar. Já existe um pacote inicial, mas você pode fazer download de mais, tanto gratuitos quanto pagos. E tem muuuitas opções! Na dúvida, dá pra apertar o desenho com os dados, que ele coloca um efeito aleatório, dentre os já baixados.

Depois de aplicar, dá pra mover, redimensionar e ajustar do jeito que preferir.

Finalizado, dá pra compartilhar ou salvar no rolo da câmera, escolhendo entre vídeo ou gif.

Resultado:

O maior e mais significativo ponto negativo: US$3,99 pra tirar a marca d’água ): Achei bem caro, comparativamente com os demais aplicativos do gênero. Por enquanto, vai ficar com a marca, mesmo.

Ademais, o Werble traz uma variedade grande de animações, podendo colocar em tudo quanto é tipo de foto. Apesar de pesado (103 MB), o uso dele e das funções não o deixa lento, então, dá pra usar tranquilamente sem se irritar (:

Por enquanto, só está disponível para iOS, mas no site dá pra deixar seu endereço para que seja possível receber e-mail avisando quando sair pro Android.

Alguém já conhecia? Gostam do aplicativo?