Resenha – O Espadachim de Carvão e as Pontes de Puzur

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O segundo livro da série O Espadachim de Carvão, de Affonso Solano, veio para dar continuidade e firmar a literatura fantástica brasileira.

Neste livro, a linha segue duas histórias distintas, mas que se complementam: a de Adapak, já personagem principal do primeiro livro, e Puzur, um ladrão que é o detentor das lendárias espadas Igi, Sumi e Lukur.

Pra ter uma noção da obra anterior, pode dar uma olhada aqui.

Enquanto Adapak, ainda “escondido”, acaba em uma biblioteca, ele procura saber mais sobre Puzur. Assim, os capítulos intercalados contam uma das aventuras deste ladrão.

Em um de seus serviços, conhece Laudiara e a leva junto na entrega da mercadoria roubada e na busca por uma feiticeira que teria um objeto de extrema utilidade para Puzur.

Nisso, conhecemos bastante sobre a vida dessa dupla, suas origens e a importância que terão para o relato como um todo.

O desenrolar da história segue um ritmo mais acelerado e cheio de novidades, se comparado com a narrativa da linha temporal de Adapak.

Enquanto em um tomamos conhecimento de vários outros lugares e cidades, pois Puzur tem uma forma diferente de viajar entre os locais, em outro ficamos mais “tranquilos”, sem surpresas ou muita ação.

Dessa forma, pode-se conhecer mais sobre Kurgala e a origem de determinados acontecimentos que influenciam a história do personagem principal, que continua sendo Adapak, o Espadachim de Carvão.

Entretanto, essa calmaria é quebrada no final, onde certas cenas te deixam com aquela curiosidade típica de fim de leitura de séries e trilogias. Espero que o próximo livro saia logo!

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No primeiro livro, estava esperando que essa continuação trouxesse mais características sobre as diferentes espécies de seres que vivem em Kurgala. Tá certo que eu sabia que não seria nada tipo J. R. R. Tolkien, mas uma descriçãozinha da origem e mais alguns fatos sobre as diferentes “pessoas” iria ser legal.

Por outro lado, também esperava uma simples continuação do primeiro O Espadachim de Carvão, mas o livro surpreendeu com essas duas linhas temporais, contando uma segunda aventura, com outros personagens, em uma outra época, mas que é diretamente interligada com a história principal.

Isso fez com que se ficasse com mais vontade de conhecer esse mundo criado por Solano.

As ilustrações em cada capítulo continuam, mas senti falta da parte de dentro da capa imitando carvão (;

E vocês, já conheciam e/ou já leram o livro? Também estão ansiosos para o próximo?Assinatura

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4 comentários sobre “Resenha – O Espadachim de Carvão e as Pontes de Puzur

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