“O mínimo para viver” e a sociedade de extremos

Recentemente, a Netflix lançou o filme “O mínimo para viver” e eu resolvi assistir ontem.

Ele retrata momentos de uma jovem com anorexia nervosa, interpretada por Lily Collins.

Logo ao voltar para casa, sua madrasta a encaminha para um novo tratamento, com um médico bastante famoso, vivido por Keanu Reeves. Isso faz com que Ellen, a personagem principal, fique “internada” numa casa com outras pessoas com distúrbios alimentares, onde passará por terapias e exames periódicos, com o intuito de garantir uma melhora constante.

A princípio, Ellen é resistente e parece ter concordado em ir apenas para não decepcionar, mais uma vez, os outros, em especial, sua irmã, que aparenta ser a única de sua família que procura entender de fato o que está acontecendo com ela.

Assim, é iniciado o tratamento proposto pelo Dr. Beckham, que tem uma visão pouco convencional, mas muito interessante, fazendo com que seus pacientes vejam que as adversidades existem, mas que podemos encontrar valia na vida já nas pequenas coisas.

Lá, é possível também conhecer outros pacientes e perceber que todos estão pelo mesmo objetivo, mas estão em fases diferentes e se comportam de maneiras distintas. Afinal, cada indivíduo possui uma história de vida única, que faz com que não pensem ou ajam de maneira igual.

É uma verdadeira jornada para o autoconhecimento que, para que seja efetiva, não é nada fácil. Ellen, que passa a adotar o nome Eli, precisa não só ver, mas realmente enxergar o que acontece a sua volta e dentro de si mesma. Junto com ela, vemos a interação da família, com um pai ausente (tão ausente que sequer aparece no filme), uma madrasta superprotetora, sua meia irmã, que confessa sentir falta de ter uma irmã de verdade e sua mãe, que não consegue suportar a doença da filha e acaba se afastando (física e psicologicamente) com sua mulher.

Conviver com os outros pacientes também é uma forma de apoio e mútuo entendimento. Há quem coma compulsivamente, quem teve uma recaída tão grave que precisou ser entubada, quem se descobriu grávida e precisa iniciar uma batalha extra não só pela própria vida, mas pela vida que está gerando…

É muito nítido o quanto a situação afeta a todos, de maneiras diferentes. Sendo a família o primeiro sistema de referência de todos nós, não é só Eli que precisa enfrentar seus medos e receios em busca de mudança. E não é só a questão de perder peso por querer emagrecer que está em jogo. É a saúde física e, principalmente, mental que precisa ser recuperada. E isso acontecerá aos poucos e dolorosamente.

Não é um filme leviano. Entretanto, também não procura mostrar a doença de forma pesada e estigmatizada. É possível se ver um pouquinho em cada um dos personagens, fazendo com que seja mais fácil perceber que transtornos alimentares não são tão incomuns e podem acontecer com qualquer um.

Pela primeira vez diretora e roteirista, Marti Noxon (conhecida por produzir Buffy, a Caça-Vampiros), resolveu colocar um pouco de sua vida neste primeiro longa metragem.

“E eu quero que mais pessoas falem sobre como a comida e a imagem corporal afeta homens e mulheres e nos impede de amar o momento em que estamos vivendo”.

Em um mundo em que cada vez mais exalta-se o “ter de mais”, enquanto propõe o “ser de menos”, o filme tenta passar uma ideia do que é viver com uma doença que, quando grave, encaminha-se para uma morte cada vez mais palpável.

Lily Collins, em uma entrevista, comentou que algumas pessoas a elogiaram e questionaram o que estava fazendo para conseguir emagrecer… sendo que estava apenas seguindo uma dieta para poder interpretar uma personagem anoréxica. Não é motivo de elogio e essa magreza não deve ser sinônimo de beleza.

Não existem corpos iguais, então, qual o motivo de buscarmos apenas um ideal de modelo?

Quanto mais perseguimos uma forma única e supostamente “perfeita”, menos temos tempo de nos conhecer. Consequentemente, nunca descobriremos quem somos e o que queremos ser.

Que maneira infeliz de se levar a vida, não?

“O mínimo para viver” traz uma história que pode ser vista como um alerta. Breve, mas que convida a uma reflexão para aqueles que se dispõem a continuar pensando mesmo depois dos créditos terem terminado. Não é uma grande obra prima do cinema, mas com certeza, pode mostrar mais do que é visto nas cenas.

Já tinham assistido? Gostaram?

And the Oscar goes to…

E, finalmente, saíram os indicados ao Oscar 2017.

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Não vi nenhuma grande surpresa, mas senti falta de uma representação maior de alguns filmes, como Animais Fantásticos, Dead Pool, Rogue One…

Eu achei esse último tão lindo e tão bem feito *-*

Mas enfim. O queridinho do ano é La La Land, que alcançou o Titanic nas indicações. Meu amadinho Titanic ♥ Acho que estou meio parcial aqui. Vamos logo para os indicados:

Melhor Filme

A Chegada
Até o Último Homem
Estrelas Além do Tempo
Lion: Uma Jornada para Casa
Moonlight: Sob a Luz do Luar
Cercas
A Qualquer Custo
La La Land: Cantando Estações
Manchester à Beira-Mar

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Melhor Diretor

Denis Villeneuve – A Chegada
Mel Gibson – Até o Último Homem
Damien Chazelle – La La Land: Cantando Estações
Kenneth Lonergan – Manchester à Beira-Mar
Barry Jenkins – Moonlight: Sob a Luz do Luar

Melhor Atriz

Isabelle Huppert – Elle
Ruth Negga – Loving
Natalie Portman – Jackie
Emma Stone – La La Land: Cantando Estações
Meryl Streep – Florence: Quem é Essa Mulher?

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Melhor Ator

Casey Affleck – Manchester à Beira-Mar
Andrew Garfield – Até o Último Homem
Ryan Gosling – La La Land: Cantando Estações
Viggo Mortensen – Capitão Fantástico
Denzel Washington – Cercas

Melhor Ator Coadjuvante

Mahershala Ali – Moonlight: Sob a Luz do Luar
Jeff Bridges – A Qualquer Custo
Lucas Hedges – Manchester à Beira-Mar
Dev Patel – Lion: Uma Jornada para Casa
Michael Shannon – Animais Noturnos

Melhor Atriz Coadjuvante

Viola Davis – Cercas
Naomie Haris – Moonlight: Sob a Luz do Luar
Nicole Kidman – Lion: Uma Jornada para Casa
Octavia Spencer – Estrelas Além do Tempo
Michelle Williams – Manchester à Beira-Mar

336855(eu amo a Jen! Quer dizer, Michelle Williams)

Melhor Roteiro Original

Taylor Sheridan – A Qualquer Custo
Damien Chazelle – La La Land: Cantando Estações
Yorgos Lanthimos e Efthimis Filippou – The Lobster
Kenneth Lonergan – Manchester à Beira-Mar
Mike Mills – 20th Century Woman

Melhor Roteiro Adaptado

Eric Heisserer – A Chegada
August Wilson – Cercas
Allison Schroeder e Theodore Melfi – Estrelas Além do Tempo
Luke Davis – Lion: Uma Jornada para Casa
Barry Jenkins e Tarell Alvin McCraney – Moonlight: Sob a Luz do Luar

Melhor Animação

Kubo e as Cordas Mágicas
Moana: Um Mar de Aventuras
Minha Vida de Abobrinha
The Red Turtle
Zootopia: Essa Cidade é o Bicho

Melhor Documentário em Curta-Metragem

Extremis
4.1 Miles
Joe’s Violin
Watani: My Homeland
Os Capacetes Brancos

Melhor Documentário em Longa-Metragem

Fogo no Mar
Eu Não Sou Seu Negro
Life, Animated
O.J.: Made in America
13ª Emenda

Melhor Longa Estrangeiro

Terra de Minas (Dinamarca)
A Man Called Ove (Suécia)
O Apartamento (Irã)
Tanna (Austrália)
Toni Erdmann (Alemanha)

Melhor Curta-Metragem

Ennemis Intérieurs
La Femme et le TGV
Silent Nights
Sing
Timecode

Melhor Curta em Animação

Blind Vaysha
Borrewed Time
Pear Cider and Cigarettes
Pearl
Piper

Melhor Canção Original

“Audition (The Fools Who Dream)” | Música de Justin Hurwitz, canção de Benj Pasek e Justin Paul – La La Land: Cantando Estações
“Can’t Stop the Feeling” | Música e canção de Justin Timberlake, Max Martin e Karl Johan Schuster – Trolls
“City of Stars” | Música de Justin Hurwitz, canção de Benj Pasek e Justin Paul – La La Land: Cantando Estações
“The Empty Chair” | Música e canção de J. Ralph e Sting – Jim: The James Foley Story
“How Far I’ll Go” | Música e canção de Lin-Manuel Miranda – Moana: Um Mar de Aventuras

Melhor Fotografia

Bradford Young – A Chegada
Linus Sandgren – La La Land: Cantando Estações
Greig Fraser – Lion: Uma Jornada para Casa
James Laxton – Moonlight: Sob a Luz do Luar
Rodrigo Prieto – Silêncio

Melhor Figurino

Joanna Johnston – Aliados
Colleen Atwood – Animais Fantásticos e Onde Habitam
Consolata Boyle – Florence: Quem é Essa Mulher?
Madeline Fontaine – Jackie
Mary Zophres – La La Land: Cantando Estações

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Melhor Maquiagem e Cabelo

Eva Von Bahr e Love Larson – A Man Called Ove
Joel Harlow e Richard Alonzo – Star Trek: Sem Fronteiras
Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson – Esquadrão Suicida

Melhor Mixagem de Som

Bernard Gariépy Strobl e Claude La Haye – A Chegada
Kevin O’Connell, Andy Wright, Robert Mckenzie e Peter Grace – Até o Último Homem
Andy Nelson, Ai-Ling Lee e Steve A. Morrow – La La Land: Cantando Estações
David Parker, Christopher Scarabosio e Stuart Wilson – Rogue One: Uma História Star Wars
Greg P. Russell, Gary Summers, Jeffrey J. Haboush e Mac Ruth – 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi

Melhor Edição de Som

Sylvain Bellemare – A Chegada
Wylie Stateman e Renée Tondelli – Horizonte Profundo: Desastre no Golfo
Robert Mackenzie e Andy Wright – Até o Último Homem
Ai-Ling Lee e Mildred Iatrou Morgan – La La Land: Cantando Estações
Alan Robert Murray e Bub Asman – Sully: O Herói do Rio Hudson

Melhores Efeitos Visuais

Craig Hammack, Jason Snell, Jason Billington e Burt Dalton – Horizonte Profundo: Desastre no Golfo
Stephane Ceretti, Richard Bluff, Vincent Cirelli e Paul Corbould – Doutor Estranho
Robert Legato, Adam Valdez, Andrew R. Jones e Dan Lemmon – Mogli: O Menino Lobo
Steve Emerson, Oliver Jones, Brian McLean e Brad Schiff – Kubo e as Cordas Mágicas
John Knoll, Mohen Leo, Hal Hickel e Neil Corbould – Rogue One: Uma História Star Wars

Melhor Design de Produção

Patrice Vermette (design de produção) e Paul Hotte (decoração de set) – A Chegada
Stuart Craig (design de produção) e Anna Pinnock (decoração de set) – Animais Fantásticos e Onde Habitam
Jess Gonchor (design de produção) e Nancy Haigh (decoração de set) – Ave, César!
David Wasco (design de produção) e Sandy Reynolds-Wasco (decoração de set) – La La Land: Cantando Estações
Guy Hendrix Dyas (design de produção) e Gene Serdena (decoração de set) – Passageiros

Melhor Edição

Joe Walker – A Chegada
John Gilbert – Até o Último Homem
Jake Roberts – A Qualquer Custo
Tom Cross – La La Land: Cantando Estações
Nat Sanders e Joi McMillon – Moonlight: Sob a Luz do Luar

Melhor Trilha Sonora

Mica Levi – Jackie
Justin Hurwitz – La La Land: Cantando Estações
Dustin O’Halloran e Hauschka – Lion: Uma Jornada para Casa
Nicholas Britell – Moonlight: Sob a Luz do Luar
Thomas Newman – Passageiros

O que acharam? Quais são seus preferidos?

A cerimônia acontecerá no dia 26 de fevereiro (melhor maneira de passar o Carnaval!), com apresentação de Jimmy Kimmel.

Animais Fantásticos e Onde Habitam: voltando ao mundo mágico

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Quem diria que este dia iria chegar?

Um novo filme, uma nova história, uma nova saga,… diretamente do universo de Harry Potter.

Assisti à pré estréia e saí de lá pensando em quando assistiria novamente.

Foram alguns anos esperando o lançamento de qualquer coisa que tivesse relação com o mundo criado por J. K. Rowling, então a emoção estava presente *-*

E é com esse viés que vou escrever o que achei do filme.

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Newt Scamander é um magizoologista que chega aos Estados Unidos para buscar e estudar novas criaturas. Carrega uma mala mágica, em que consegue “acomodar” as demais que localiza, cuidando dos animais com muito carinho e apego.

Na época em que se passa o filme, 1926, há uma supervisão bastante severa em relação à demonstrações de magia na frente dos trouxas, quer dizer, pessoas não mágicas (ou não-majs). E foi assim que Newt conheceu Tina Goldstein, uma funcionária do Congresso Mágico dos Estados Unidos da América, mas por uma razão não tão boa assim.

Claro que, hora ou outra, algo sairia de sua mala… entre as criaturas, justo um Pelúcio escapou, provocando uma confusão considerável em um banco.

Ele foi pego e levado ao congresso, onde, num interrogatório, acabaram acusando-o de ser um seguidor de Grindelwald. Logo, já o relacionaram também a alguns ataques recentes, causados por uma força mágica não conhecida, que acabou por matar seres não mágicos; fato extremamente preocupante para as autoridades bruxas americanas.

Enquanto Newt procura provar sua inocência, garantindo que nenhum de seus animais oferece perigo, uma organização religiosa fanática entra em cena com protestos contra bruxos.

Em um clima mais maduro e assustador (sério, se tem um filme onde uma criança te leva a pensar que ela possui uma força maligna dentro dela e me colocam uma cena com essa criança pulando amarelinha e cantando uma musiquinha caça às bruxas, isso me dá medo), o filme transcorre de forma agitada, mas com muitas passagens engraçadas intercaladas, que dão um ar mais leve na trama.

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Tendo o mistério do Obscuro (que é uma “força” decorrente da repressão da magia em um ser humano) como plano principal, pode-se ver também menções recorrentes ao Grindelwald, um bruxo bastante famoso e poderoso que foi derrotado por Dumbledore, em 1945.

Isso já leva a imaginar como serão os próximos filmes da saga, os quais já me são motivo de ansiedade (:

Tirando a parte em que sempre será emocionante poder ver/ler algo do universo de Harry Potter, Animais Fantásticos e Onde Habitam traz as mesmas mensagens da saga original: tolerância, autoaceitação, amor e um leve tom político.

O tema de caça às bruxas, a fiscalização severa para que nenhum bruxo se relacione com os não mágicos, a ideologia de Grindelwald que prega que os bruxos são uma raça superior,… tudo isso dá motor para que as razões de cada personagem sejam notadas.

O que mais me encantou mesmo foi o próprio personagem do Newt. O Eddie Redmayne deu um toque estranho e humilde, não muito característicos de um personagem principal, mas que fazem total sentido para quem ele é. É perceptível uma pessoa que não se “encaixa” tão bem socialmente (um dos fatos que fez com que ele fosse amigo de infância de alguém pertencente à uma família bem conhecida no mundo mágico – sem spoilers!), mas que muda totalmente a postura quando está em meio aos animais.

Todo o cuidado e carinho que ele tem por suas criaturas, tendo como objetivo a propagação de que humanos podem conviver com animais fantásticos, e não mata-los ou doma-los, fez com que ele já tenha se tornado um dos meus personagens favoritos.

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Sempre dá um medinho de continuações de sagas antigas, vindo aquele receio de fazerem algo que estrague a memória boa daquilo que já passou. Mas Animais Fantásticos e Onde Habitam não decepciona! É um filme para todas as idades e de entendimento para qualquer público. Claro que para os fãs de Harry Potter tem uma carga emocional mais forte. O clima da espera, a agitação das pré estréias e a rememoração da época, pra quem também é apaixonado por literatura, juntam-se para formar um sentimento único.

Ainda nessa onda, como li algumas resenhas e comentários sobre o filme ultimamente, acho super válido trazer um trecho da crítica publicada pelo Jovem Nerd, feita pelo Cesar Gaglioni:

“Newt diz em um momento do filme: ‘Todos mudam. Eu mudei.’

Voltar ao Mundo Bruxo, cinco anos depois do último filme da saga de Harry Potter ter sido lançado, depois de ter lido e relido os livros, é perceber que eu mudei, as pessoas ao meu redor mudaram, o mundo mudou e as situações são outras.

É também saber que todas as experiências que vivemos ao lado do bruxo com a cicatriz na testa já se foram para sempre, mas estarão lá no coração. De vez em quando, podemos voltar à elas e dar um alô, mas seguindo em frente. Talvez esse seja o grande mérito das boas fantasias: nos ensinar sobre a vida usando mágica, seja você uma criança em 2001 ao lado da mãe, ou um jornalista na cabine de imprensa.”

Chorei. E termino por aqui. Assinatura

May the fourth be with you – Curiosidades sobre Star Wars

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Star Wars day! Chegou o quatro de maio!

E aos fãs da franquia, já sabiam dessas curiosidades?

• George Lucas e Steven Spielberg são grandes amigos. Um dia, resolveram fazer uma aposta e Spielberg venceu. Com isso, ele ganha uma porcentagem em cima da renda de Star Wars. E convenhamos que qualquer porcentagenzinha que seja já é grande coisa!

• Algumas das construções que apareceram para ambientar Tatooine continuam em pé e algumas sendo habitadas. Elas ficam na Tunísia e até já existe um projeto para restauração, já que encontram-se um tanto quanto deterioradas.

• Até hoje não há nome para a espécie de Yoda.

• O N*Sync fez uma participação do Episódio II, para agradar as filhas do George Lucas, mas as cenas foram cortadas na versão final.

• Falando nisso, três filhos do George Lucas já fizeram aparições nos filmes.

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• O som da nave de caça Tie Fighter foi criado mixando o barulho de um elefante com o som de um carro andando em uma pista molhada.

• O Luke Skywalker era para ter se chamado Luke Starkiller. 

• Ewan McGregor, o Obi-Wan Kenobi, ficava fazendo com a boca o barulhinho do sabre de luz em suas cenas de luta (quem nunca?)

• O nome R2-D2 significa “Reel 2, Dialog 2”. A sigla foi criada durante a pós-produção de um filme, quando o editor de som pediu a Lucas o R2-D2, ou o Rolo#2 (Reel 2) do Segundo Diálogo (Dialog 2).

• As duas acompanhantes de Padmé foram interpretadas por Sofia Coppola (Saché) e Keira Knightley (Sabé), em A Ameaça Fantasma.

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Existem muuitas curiosidades e essas foram as que achei mais interessantes. Já sabiam de todas? Sabem de mais algumas? Comentem! Assinatura

 

Fontes: Star Wars | Curiosidades | 10 curiosidades sobre Star Wars | Fã de Star Wars? Então confira 26 curiosidades sobre os filmes da série

(as cinco escolhidas) Trilhas Sonoras Geeks!

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Se tem uma coisa que pode mudar totalmente um filme é a sua trilha sonora. Uma música bem elaborada, colocada no momento certo, é o que vai complementar a emoção da cena.

No celular, sempre tenho algumas salvas, acho ótimos escutar músicas de filmes enquanto estou lendo no ônibus *-*

Aproveitando esse dia extra de fevereiro, vou ~tentar~ listar as minhas cinco trilhas sonoras de filme favoritas, participando da blogagem coletiva do mês, do Blogueiros Geeks. Não vou colocar em um ranking, pois depende muito do clima, mas estão abaixo as preferidas:

•Edward Mãos de Tesoura•

Sou apaixonada por este filme desde criança, e o Danny Elfman me encanta sempre com suas composições *-* Escolhi esse pedacinho da música, pois a cena é muito linda.

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•Across the universe•

Musical com apenas música dos Beatles? Jim Sturgess e Evan Rachel Wood? Com certeza não iria faltar por aqui. Não foi fácil pensar em qual iria puxar pra mostrar aqui, então peguei duas :P

Essa última é ótima!

•O Fabuloso Destino de Amelie Poulain•

Se você estiver num dia triste, duvido escutar essa trilha e não ficar mais feliz.

•TRON•

Na minha opinião, a trilha foi o que salvou o filme. Inteira feita pelo Daft Punk, as músicas são geniais.

•As vantagens de ser invisível•

Se você nunca reparou nesta trilha sonora, please do. Principalmente pra quem já leu ou viu o filme, ela acaba tendo um significado a mais.

Deixo claro que as trilhas de Harry Potter e do Titanic são as que eu mais gosto e mais me emocionam. Só não as coloquei na lista pois acho essas escolhas mais “pessoais” e queria trazer algo mais “eclético”.

Assinatura

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